LCI em detalhes
LCI é um título bancário ligado ao crédito imobiliário. Para pessoa física, costuma ter isenção de IR sobre o rendimento, o que muda a comparação com CDBs tributados.
A isenção não torna a LCI automaticamente melhor. Prazo, carência, liquidez, emissor e percentual do CDI continuam determinantes.
Na prática, a LCI deve ser comparada pelo equivalente líquido: quanto um CDB precisaria pagar para empatar depois de imposto?
O que muda na prática
Quando isso importa para o investidor
Ajuda a transformar a isenção de IR em uma comparação justa contra CDBs tributados.
Evita aceitar uma taxa menor sem conferir se, no líquido, ela realmente compensa prazo, carência e liquidez.
Dá contexto para separar benefício fiscal de risco do emissor.
Como isso aparece na vida real
Uma LCI de 92% do CDI pode competir com um CDB de taxa maior porque, para pessoa física, o rendimento costuma ser isento de IR. A comparação correta olha prazo e taxa líquida.
Onde aparece na prática
- Usar LCI para entender taxa, prazo, indexador, emissor, imposto e liquidez de um produto.
- Comparar rentabilidade líquida entre produtos tributados e isentos.
- Avaliar risco de crédito, FGC, carência e marcação a mercado.
- Conectar LCI a objetivos como reserva, caixa, renda futura ou diversificação.
- 1 Veja a taxa como percentual do CDI.
- 2 Compare com CDB equivalente depois do IR.
- 3 Cheque carência, liquidez e emissor.
Pontos de atenção
Comprar só pela isenção de IR sem comparar o equivalente líquido de um CDB.
Ignorar carência e descobrir depois que não consegue resgatar quando precisa.
Assumir que isento de imposto significa sem risco.