Ação
AçõesPequena participação em uma empresa listada em bolsa. Ao comprar uma ação, o investidor passa a acompanhar resultados, riscos, governança, dividendos e oscilação de preço daquela companhia.
Aprendizado
Um glossário público para traduzir termos de mercado, renda fixa, ações, FIIs, fundos, impostos, cripto e planejamento em linguagem direta.
Pequena participação em uma empresa listada em bolsa. Ao comprar uma ação, o investidor passa a acompanhar resultados, riscos, governança, dividendos e oscilação de preço daquela companhia.
Tipo de ação que normalmente dá direito a voto nas assembleias da empresa. No Brasil, costuma terminar com o número 3 no ticker, como PETR3 ou VALE3, e também é chamada de ON, abreviação de ordinária. Já a ação preferencial costuma aparecer como PN e terminar com o número 4, como PETR4.
Tipo de ação que pode ter preferência no recebimento de dividendos ou reembolso, mas em geral tem voto limitado. No Brasil, costuma terminar com o número 4 no ticker, como PETR4.
Instituição responsável pela estrutura legal, operacional e regulatória de um fundo. Ela não é necessariamente quem escolhe os ativos da carteira, função normalmente exercida pelo gestor.
Recibo negociado nos Estados Unidos que representa exposição a uma empresa estrangeira. E parecido com a ideia do BDR no Brasil, mas listado em mercado americano.
Uso de dívida, derivativos ou margem para aumentar a exposição de uma carteira além do capital próprio. Pode ampliar ganhos, mas também aumenta perdas e risco de chamada de margem.
Distribuição do patrimônio entre classes como renda fixa, ações, FIIs, exterior, caixa e outros ativos. A alocação deve refletir objetivo, prazo, tolerância a risco e necessidade de liquidez.
Redução gradual de uma dívida ou do principal de um título. Em financiamentos, amortizar diminui o saldo devedor; em fundos ou recebíveis, pode representar devolução de parte do capital investido.
Ler guia completoValor novo investido em uma carteira, produto ou objetivo financeiro. Aportes recorrentes aceleram o crescimento patrimonial e reduzem a dependência exclusiva da rentabilidade.
Bem, direito ou instrumento financeiro que pode compor o patrimônio de uma pessoa ou empresa. Ações, títulos públicos, cotas de fundos, imóveis e caixa são exemplos de ativos.
Ler guia completoRecibo negociado no Brasil que representa exposição a ativo estrangeiro, como uma ação ou ETF internacional. O preço local pode refletir o ativo no exterior, o câmbio e a liquidez do recibo.
Referência usada para comparar desempenho de um investimento. Um fundo DI pode usar CDI; um fundo de ações pode usar Ibovespa; um ETF usa o Índice que pretende acompanhar.
Índice ou referência usada para comparar ativos globais, BDRs, ETFs internacionais ou carteiras no exterior. Exemplos incluem S&P 500, Nasdaq 100 e MSCI World.
Medida de sensibilidade de um ativo em relação a um Índice de mercado. Beta acima de 1 indica oscilação historicamente maior que o mercado; abaixo de 1 indica menor sensibilidade.
Ler guia completoCriptoativo criado para funcionar como rede descentralizada de transferência e reserva digital escassa. Tem alta volatilidade, negociação global e riscos próprios de custódia, regulação e tecnologia.
Registro digital distribuído que organiza transações em blocos encadeados. Em criptoativos, permite validação sem uma autoridade central única, mas não elimina riscos de mercado ou de uso.
Ler guia completoAmbiente regulado onde ativos como ações, FIIs, ETFs, BDRs e derivativos são negociados. No Brasil, a principal bolsa é a B3.
Taxa composta de crescimento anual de uma série ao longo do tempo. Ajuda a resumir crescimento médio anual, mas não mostra volatilidade, quedas no caminho ou distribuições recebidas.
Relação de preço entre duas moedas, como dólar e real. Afeta ativos internacionais, empresas exportadoras ou importadoras, inflação, viagens e poder de compra.
Indicador que relaciona renda gerada por um imóvel ao seu valor. Em FIIs, ajuda a avaliar rendimento dos ativos imobiliários, mas deve considerar vacância, qualidade, contratos e localização.
Período mínimo em que o dinheiro precisa ficar aplicado antes de poder ser resgatado. Um produto com carência pode pagar taxa melhor, mas reduz a flexibilidade do investidor.
Ler guia completoConjunto de investimentos de uma pessoa, empresa ou fundo. Uma carteira deve ser analisada pelo todo, considerando risco combinado, liquidez, objetivos e concentração.
Título emitido por banco para captar recursos. Pode ser pós-fixado, prefixado ou híbrido, costuma ter incidência de IR regressivo e pode ter cobertura do FGC dentro dos limites vigentes.
Referência de juros usada em muitos investimentos pós-fixados no Brasil. Quando um CDB paga 100% do CDI, ele busca acompanhar essa taxa antes de impostos e custos.
Mecanismo que interrompe temporariamente as negociações da bolsa em quedas muito fortes. Serve para reduzir pânico e permitir que o mercado reavalie preços em situações extremas.
Ler guia completoAntecipação semestral de IR que reduz a quantidade de cotas de alguns fundos. Ocorre em fundos sujeitos a essa regra, como muitos fundos de renda fixa, DI e multimercado.
Ler guia completoDistribuição dos ativos dentro de um fundo, ETF ou carteira. Mostra setores, empresas, países, indexadores, moedas e pesos de cada posição.
Taxa cobrada pela corretora para executar uma ordem de compra ou venda. Muitas corretoras zeraram a corretagem em alguns produtos, mas outros custos podem continuar existindo.
Ler guia completoTítulo de crédito privado ligado ao agronegócio. Pode ser isento de IR para pessoa física em algumas emissões, mas traz risco de crédito, liquidez e estrutura da operação.
Título de crédito privado lastreado em recebíveis imobiliários. Pode ser isento de IR para pessoa física em algumas emissões, mas exige análise de devedor, garantias, prazo e liquidez.
Ativo digital baseado em redes criptográficas ou registros distribuídos. Pode ter usos diferentes, como reserva de valor, infraestrutura, stablecoin ou token, e não deve ser analisado como ação tradicional.
Guarda e registro dos ativos do investidor. Em investimentos tradicionais, a custódia costuma envolver instituições reguladas; em cripto, pode envolver exchanges ou carteiras próprias.
Ler guia completoDocumento usado para recolher determinados impostos federais, incluindo IR sobre ganhos em bolsa quando devido. O investidor deve acompanhar regras, prazos e códigos aplicáveis.
Ler guia completoÚltimo dia em que o investidor precisa estar posicionado para ter direito a determinado dividendo, JCP ou rendimento. Quem compra depois dessa data não recebe aquele evento específico.
Dia previsto para o dinheiro do provento cair para quem tinha direito ao evento. Ela pode ser diferente da data com e da data ex.
Ler guia completoPrimeiro dia em que o ativo passa a ser negociado sem direito ao provento anunciado. O preço pode ajustar para refletir a distribuição, embora outros fatores de mercado também influenciem.
Título de dívida emitido por empresa. Pode pagar taxa prefixada, pós-fixada ou híbrida, mas não conta com FGC e depende da capacidade da companhia honrar a dívida.
Ler guia completoDebenture ligada a projetos de infraestrutura que pode ter isenção de IR para pessoa física. A isenção não elimina risco de crédito, risco de mercado ou baixa liquidez.
Ler guia completoContrato cujo valor deriva de outro ativo, Índice, taxa ou moeda. Opções, futuros e swaps podem ser usados para proteção ou especulação, com riscos elevados quando mal dimensionados.
Ler guia completoEvento em que uma empresa aumenta a quantidade de ações e reduz proporcionalmente o preço por ação. Não muda o valor econômico total da posição no momento do evento.
Distribuição dos investimentos entre diferentes ativos, setores, emissores, indexadores e moedas. Ajuda a reduzir concentração, mas não elimina risco de perdas.
Ler guia completoRelação entre a dívida líquida da empresa e seu EBITDA. Ajuda a medir quantos anos de geração operacional seriam necessários, em tese, para pagar a dívida líquida, mas deve ser lida junto com caixa, juros, vencimentos e estabilidade do negócio.
Indicador que relaciona proventos pagos ao preço do ativo. Yield alto pode refletir renda, mas também queda de preço, evento não recorrente ou risco maior.
Parcela do lucro distribuída aos acionistas. É uma forma de remuneração ao investidor, mas não deve ser analisada sem olhar lucro, caixa, endividamento e sustentabilidade.
Ler guia completoQueda acumulada de uma carteira ou ativo desde um pico até um ponto mais baixo. É útil para entender a intensidade das perdas que o investidor precisaria suportar.
Medida aproximada de sensibilidade de um título de renda fixa a mudanças nas taxas de juros. Quanto maior a duration, maior tende a ser a oscilação do preço quando os juros mudam.
Ler guia completoResultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Ajuda a observar geração operacional junto de lucro, fluxo de caixa e análise de endividamento.
Valor da firma, calculado de forma simplificada como valor de mercado mais dívida líquida. Ajuda a comparar empresas considerando estrutura de capital.
Fundo negociado em bolsa que busca acompanhar um Índice ou cesta de ativos. Permite diversificação em uma cota, mas deve ser avaliado por Índice, composição, taxa, liquidez e moeda.
ETF listado fora do Brasil ou com exposição internacional. A análise deve considerar moeda, tributação, jurisdição, Índice, custos e risco cambial.
Ler guia completoRede blockchain programável usada para contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Seu ativo nativo, ether, é negociado globalmente e tem riscos de tecnologia, concorrência e regulação.
Múltiplo que compara o valor da firma, incluindo dívida líquida, com o EBITDA. Ajuda a avaliar quanto o mercado está pagando pela geração operacional da empresa.
Fundo Garantidor de Créditos, mecanismo privado de proteção para alguns produtos emitidos por instituições financeiras. A cobertura tem limites por CPF, instituição e período, e não cobre todos os investimentos.
Fundo de investimento ligado ao agronegócio, com exposição a crédito rural, terras, cadeias produtivas ou ativos do setor. Exige análise de lastro, garantias, concentração e risco do agro.
Fundo imobiliário negociado em bolsa, com exposição a imóveis, recebíveis, cotas de outros fundos ou estratégias imobiliárias. Pode pagar rendimentos, mas está sujeito a mercado, gestão, vacância, crédito e juros.
Movimento de entrada e saída de dinheiro de uma empresa, fundo ou projeto. Ajuda a avaliar capacidade de pagar dividendos, dívidas, investimentos e despesas operacionais.
Ler guia completoOferta subsequente de ações feita por empresa já listada em bolsa. Pode levantar recursos para a companhia ou vender participação de acionistas existentes.
Fundo que investe majoritariamente em ações ou ativos relacionados. Seu risco costuma ser maior que fundos conservadores, e a comparação deve respeitar estratégia e benchmark.
Ler guia completoFundo de renda fixa que busca acompanhar o CDI, normalmente com carteira conservadora e alta liquidez. Deve ser avaliado por taxa, tributação, come-cotas, liquidez e aderência ao CDI.
Fundo que pode combinar diferentes mercados, como juros, moedas, ações, crédito e exterior. O risco varia muito conforme a estratégia e a liberdade do gestor.
Ler guia completoLucro obtido ao vender um ativo por valor maior que o custo de aquisição. Pode gerar obrigação tributária conforme produto, volume, prazo e regra aplicável.
Ler guia completoProfissional ou empresa responsável pelas decisões de investimento de um fundo. Deve ser analisado por processo, equipe, consistência, risco assumido e aderência ao mandato.
Evento em que várias ações antigas são convertidas em uma quantidade menor de ações novas, aumentando o preço unitário proporcionalmente. Não muda o valor econômico total no momento do evento.
Estratégia de proteção contra algum risco, como câmbio, juros ou queda de preço. Um hedge reduz uma exposição específica, mas pode ter custo e não garante lucro.
Proteção contra variação de moeda estrangeira. Pode reduzir o impacto do dólar ou de outra moeda na carteira, mas costuma ter custo e pode limitar ganhos quando o câmbio favorece.
Ler guia completoPlataforma usada para enviar ordens de compra e venda para a bolsa. O Delfos Alpha é um sistema de estudo e organização patrimonial, não um home broker.
Ler guia completoPrincipal Índice de ações da bolsa brasileira. Representa uma carteira teórica de ativos com maior negociação e serve como referência, mas não resume todo o mercado.
Índice de fundos imobiliários negociados na B3. Ajuda a comparar comportamento do mercado de FIIs, mas sua composição e pesos devem ser observados antes de qualquer conclusão.
Ler guia completoTributo que pode incidir sobre rendimentos, ganhos de capital e resgates, conforme o tipo de investimento. Deve ser considerado na análise de retorno líquido.
Situação em que o patrimônio e as fontes de renda conseguem sustentar o padrão de vida desejado sem depender obrigatoriamente de trabalho ativo. Envolve renda, patrimônio, taxa de retirada, risco e inflação.
Ler guia completoCarteira teórica ou referência que mede o comportamento de um grupo de ativos, preços, juros ou inflação. Índices ajudam a contextualizar desempenho, mas não são recomendação individual.
Ler guia completoAumento generalizado de preços ao longo do tempo, reduzindo o poder de compra do dinheiro. Em investimentos, é essencial separar rentabilidade nominal de ganho real acima da inflação.
Ler guia completoImposto sobre operações financeiras que pode incidir em resgates de curto prazo em alguns investimentos. Em renda fixa, costuma ser relevante nos primeiros 30 dias.
Ler guia completoÍndice oficial de inflação ao consumidor no Brasil, medido pelo IBGE. É usado como referência em títulos, contratos, metas de inflação e análise de poder de compra.
Oferta pública inicial de ações, quando uma empresa passa a negociar seus papéis em bolsa. Pode envolver aumento de capital, venda de acionistas ou ambos.
Imposto de Renda incidente sobre determinados rendimentos ou ganhos. A regra varia por produto, prazo, tipo de renda, volume negociado e perfil do investidor.
Situação em que determinado rendimento ou ganho não sofre Imposto de Renda conforme regra vigente. Isenção tributária não elimina risco de crédito, mercado, liquidez ou concentração.
Ler guia completoForma de remuneração aos acionistas chamada juros sobre capital próprio. Diferente do dividendo, costuma ter retenção de IR na fonte para pessoa física.
Processo em que os rendimentos passam a render junto com o capital inicial. O efeito fica mais relevante com tempo, disciplina de aportes e reinvestimento dos ganhos.
Ler guia completoLetra de Câmbio emitida por financeira. Apesar do nome, não é câmbio de moeda; é um título de renda fixa com risco de crédito da instituição emissora e possível cobertura do FGC nos limites aplicáveis.
Letra de Crédito do Agronegócio, título emitido por instituição financeira e lastreado no setor agro. Para pessoa física, costuma ter isenção de IR, mas pode ter carência e liquidez limitada.
Letra de Crédito Imobiliário, título emitido por instituição financeira e lastreado no setor imobiliário. Para pessoa física, costuma ter isenção de IR, mas deve ser analisada por emissor, prazo e liquidez.
Facilidade de transformar um ativo em dinheiro sem perda relevante de valor. Alta liquidez ajuda em emergências; baixa liquidez pode exigir desconto ou espera para sair da posição.
Ler guia completoResultado final de uma empresa depois de custos, despesas, juros, impostos e demais efeitos contábeis. Deve ser analisado junto com recorrência, caixa e qualidade do resultado.
Ler guia completoLucro atribuído a cada ação da empresa. Ajuda em comparações e cálculo de múltiplos, mas pode ser afetado por recompras, emissões e eventos não recorrentes.
Atualização do preço de um título pelo valor que o mercado pagaria hoje. Em títulos prefixados e indexados à inflação, os preços podem oscilar antes do vencimento conforme juros mudam.
EBITDA dividido pela receita líquida. Mede eficiência operacional antes de alguns efeitos contábeis e financeiros, mas precisa ser comparada com empresas e setores semelhantes.
Ler guia completoLucro líquido dividido pela receita líquida. Mostra quanto da receita vira lucro final, mas deve ser analisada por setor e ciclo econômico.
Ler guia completoAmbiente em que o dinheiro vai para o emissor do ativo, como em IPO, follow-on primário ou emissão de título. É diferente de comprar um ativo já existente de outro investidor.
Ler guia completoAmbiente em que investidores compram e vendem ativos já emitidos entre si. A bolsa é um exemplo de mercado secundário para ações, FIIs, ETFs e BDRs.
Ler guia completoDistribuição de ativos ao mercado, como ações, cotas de fundos ou títulos. Pode ser inicial, subsequente, primária, secundária ou ter regras específicas de público-alvo.
Ler guia completoContrato que dá ao comprador o direito de comprar ou vender um ativo por preço definido até uma data ou em uma data. Pode ser usado para proteção, renda ou especulação, com risco elevado.
Ordem que busca executar rapidamente pelo melhor preço disponível naquele momento. Em ativos pouco líquidos, pode gerar preço final diferente do esperado.
Ler guia completoOrdem de compra ou venda com preço limite definido pelo investidor. Ela só executa se o mercado atingir condição compatível com aquele limite.
Ler guia completoPreço da ação dividido pelo lucro por ação. Indica quantos anos de lucro atual estariam embutidos no preço, mas perde utilidade quando lucro é negativo, cíclico ou não recorrente.
Preço dividido pelo valor patrimonial por ação ou cota. Pode ajudar em bancos, seguradoras e fundos imobiliários, mas precisa de contexto de qualidade dos ativos e rentabilidade.
Obrigação ou dívida que reduz o patrimônio líquido. Em planejamento financeiro, financiamentos, cartão, empréstimos e contas a pagar fazem parte dos passivos.
Ler guia completoDiferença entre ativos e passivos. Para uma pessoa, representa riqueza líquida; para uma empresa ou fundo, ajuda a entender capital próprio ou valor patrimonial.
Percentual do lucro distribuído aos acionistas. Payout alto pode indicar empresa madura, mas também pode ser insustentável se o lucro cair ou a empresa precisar investir.
Ler guia completoPercentual do resultado distribuível que foi pago aos investidores, muito usado em FIIs e FIAGROs para avaliar sustentabilidade da renda distribuída.
Classificação que considera tolerância a risco, prazo, experiência e objetivos. Ajuda a evitar produtos incompatíveis com a capacidade emocional e financeira do investidor.
Quantidade de bens e serviços que o dinheiro consegue comprar. Quando a inflação sobe, o mesmo valor nominal compra menos, por isso rentabilidade real importa.
Ler guia completoInvestimento cuja rentabilidade acompanha um Índice ou taxa, como CDI ou Selic. O rendimento final depende do comportamento desse indicador ao longo do tempo.
Ler guia completoCusto médio de aquisição de um ativo considerando compras, vendas e eventos. É importante para controle de resultado, impostos e avaliação da carteira.
Ler guia completoInvestimento com taxa definida no momento da aplicação. Se vendido antes do vencimento, pode oscilar com a marcação a mercado conforme os juros mudam.
Ler guia completoPrejuízo que pode ser usado para abater ganhos tributáveis futuros, conforme regras e categorias permitidas. O controle correto depende do tipo de operação e da legislação vigente.
Ler guia completoPreço unitário de um título. É usado para saber quanto custa comprar ou vender determinada quantidade de título em uma data.
Recibo de Depósito Bancário, título emitido por instituição financeira. Em geral tem funcionamento parecido com CDB, mas pode ter menor flexibilidade de negociação ou resgate.
Ajuste da carteira para voltar a uma alocação desejada. Pode envolver novos aportes, compras ou vendas, sempre considerando custos, impostos e objetivos.
Ler guia completoReceita de uma empresa depois de deduções como impostos sobre venda, devoluções e abatimentos. É a base para analisar margens e crescimento operacional.
Ler guia completoClasse de investimentos com regra de remuneração conhecida ou referenciada em taxa, Índice ou prazo. Não significa ausência de risco: crédito, liquidez, mercado e reinvestimento continuam importantes.
Ler guia completoValor de rendimento gerado ou distribuído por cada cota de um fundo, especialmente FIIs e FIAGROs. Ajuda a analisar renda recorrente com cuidado.
Classe em que retorno e preço não são conhecidos antecipadamente. Ações, FIIs, ETFs, BDRs e criptoativos podem oscilar bastante conforme resultados, juros, expectativas e liquidez.
Ler guia completoGanho gerado por um investimento, como juros, dividendos, valorização ou rendimentos de fundos. Deve ser analisado líquido de custos, impostos e inflação quando o objetivo é poder de compra.
Ler guia completoDistribuição periódica feita por fundo imobiliário aos cotistas. Pode vir de aluguel, juros de recebíveis, ganho de capital ou outros resultados, e precisa ser analisada por recorrência e sustentabilidade.
Ler guia completoRetorno antes de descontar impostos, taxas e custos. Serve como ponto de partida, mas não mostra exatamente quanto fica para o investidor.
Ler guia completoRetorno depois de descontar impostos, taxas e custos aplicáveis. É mais próxima do resultado efetivo do investidor do que a rentabilidade bruta.
Ler guia completoRetorno descontado da inflação. Ajuda a entender se o investimento aumentou o poder de compra, e não apenas o valor nominal em reais.
Ler guia completoDinheiro separado para cobrir imprevistos sem vender investimentos de longo prazo em momento ruim. Normalmente prioriza liquidez, baixo risco e previsibilidade.
Ler guia completoRetirada de dinheiro de um investimento. Pode ser imediato ou seguir prazos de cotização e liquidação, conforme produto e regras do emissor ou fundo.
Ler guia completoPossibilidade de o resultado ser diferente do esperado, inclusive com perdas. Pode envolver mercado, crédito, liquidez, concentração, operacional, regulação e comportamento do investidor.
Ler guia completoRisco de o emissor ou devedor não cumprir suas obrigações. É central em CDBs, debêntures, CRIs, CRAs, FIIs de papel e outros produtos de crédito.
Ler guia completoRisco ligado à guarda do ativo. Em investimentos tradicionais envolve instituições reguladas; em criptoativos pode envolver exchanges, chaves, ataques ou bloqueios.
Risco de não conseguir vender ou resgatar um ativo rapidamente sem perda relevante. Ativos pouco negociados ou com carência costumam ter maior risco de liquidez.
Ler guia completoRisco de os preços oscilarem por juros, câmbio, resultados, expectativas, crise ou fluxo de investidores. Afeta renda variável e também renda fixa marcada a mercado.
Ler guia completoRetorno sobre o patrimônio líquido. Mede quanto lucro a empresa gera sobre o capital próprio, mas deve ser analisado junto com endividamento, ciclo e qualidade do lucro.
Retorno sobre o capital investido. Ajuda a avaliar eficiência do negócio ao usar capital de acionistas e credores, mas requer comparação setorial e consistência histórica.
Taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom. Influencia renda fixa, crédito, valuation de empresas, câmbio e decisão de consumo e investimento.
Remuneração adicional paga por um título em relação a uma referência considerada mais segura. Quanto maior o risco percebido do emissor, maior tende a ser o spread exigido.
Ler guia completoCriptoativo que tenta manter valor estável em relação a uma moeda ou ativo, como o dólar. A estabilidade depende de reservas, governança, liquidez e estrutura do emissor.
Ler guia completoOrdem ou regra para limitar perda quando um ativo atinge determinado preço. Ajuda no controle de risco, mas pode ser executada em movimentos temporários ou em mercados pouco líquidos.
Ler guia completoProcesso de verificação de adequação de produtos ao perfil do investidor. Considera objetivos, conhecimento, tolerância a risco, horizonte e situação financeira.
Cobrança anual pela administração e funcionamento de um fundo ou ETF. Reduz a rentabilidade do cotista e deve ser comparada com a entrega e a estratégia do produto.
Ler guia completoCusto associado a guarda ou manutenção de ativos. Pode existir em alguns produtos, corretoras ou mercados, e deve ser observado junto com demais taxas.
Ler guia completoCobrança adicional quando um fundo supera determinado benchmark ou meta, conforme regulamento. Deve ser analisada junto com taxa de administração e consistência de resultado.
Ler guia completoPercentual do patrimônio retirado periodicamente para gerar renda. Em independência financeira, uma taxa menor exige patrimônio maior, mas tende a preservar melhor a carteira.
Referência teórica de retorno com risco muito baixo em determinada moeda e prazo. É usada para comparar prêmio de risco, mas nenhuma aplicação real é totalmente livre de risco.
Ler guia completoTaxa de retorno sem descontar inflação. Pode parecer alta em ambientes inflacionários, mas o ganho real depende do que sobra acima da alta de preços.
Ler guia completoRentabilidade definida no momento da aplicação, como 12% ao ano. A taxa contratada vale se o investimento for levado conforme as regras até o vencimento.
Taxa de retorno descontada da inflação. É importante para avaliar crescimento de poder de compra e metas de longo prazo.
Ler guia completoPrograma que permite a pessoas físicas comprarem títulos públicos federais. Os títulos podem ser pós-fixados, prefixados ou indexados à inflação, com regras de preço e liquidez próprias.
Ler guia completoTítulo público que paga inflação medida pelo IPCA mais uma taxa real contratada. Pode oscilar bastante antes do vencimento por marcação a mercado.
Título público com taxa fixa definida na compra. Se mantido até o vencimento, entrega a taxa contratada antes de impostos; se vendido antes, sofre marcação a mercado.
Título público pós-fixado que acompanha a taxa Selic. Costuma ser usado para objetivos conservadores e reserva, mas ainda tem regras de preço, imposto e prazo de liquidação.
Código usado para identificar um ativo negociado em bolsa. Exemplos: PETR4 para uma ação, HGLG11 para um FII e BOVA11 para um ETF.
Pacote negociado em bolsa que combina diferentes valores mobiliários, como ações ordinárias e preferenciais. No Brasil, costuma terminar com o número 11 no ticker.
Ler guia completoMétrica usada em criptoativos e blockchains para avaliar atividade real, como transações, endereços ativos, taxas pagas, aplicações ou volume on-chain.
Percentual de Área ou receita vaga em um imóvel ou carteira imobiliária. Vacância alta pode reduzir renda de FIIs de tijolo e indicar risco operacional.
Ler guia completoPreço de mercado multiplicado pela quantidade de ações ou cotas. Ajuda a medir tamanho de empresa ou fundo, mas não representa necessariamente valor justo.
Valor contábil ou patrimonial atribuído a uma empresa, fundo ou cota. Em FIIs, costuma ser usado junto com P/VP, mas depende da qualidade e atualização dos ativos avaliados.
Data em que um título chega ao fim e deve pagar o valor combinado conforme suas regras. Antes do vencimento, o preço pode variar ou o resgate pode ter restrições.
Ler guia completoGrau de oscilação dos preços ou retornos de um ativo. Volatilidade alta não significa perda certa, mas exige tolerância emocional, horizonte e controle de risco.
Ler guia completoQuantidade financeira ou quantidade de ativos negociados em determinado período. Ajuda a medir liquidez e interesse de mercado, mas não significa qualidade sozinho.
Prazo médio ponderado dos contratos de aluguel de uma carteira imobiliária. Ajuda a entender previsibilidade de receita junto da análise de inquilinos e revisões de contratos.
Rendimento recebido em relação ao preço médio pago pelo investidor. Pode ser útil para histórico pessoal, mas não deve substituir a análise do rendimento sobre preço atual e risco futuro.
Ler guia completoO dicionário é educativo. Antes de comparar ativos, considere objetivo, prazo, liquidez, custos, impostos, risco e adequação ao perfil.